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Câncer cerebral: conheça sinais que podem indicar essa doença silenciosa

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Embora menos comum do que outros tipos de câncer, o câncer cerebral representa uma ameaça séria à saúde. No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO), são registrados cerca de 11 mil novos casos da doença todos os anos. A condição, que pode evoluir silenciosamente, dificulta o diagnóstico precoce e impacta funções vitais do organismo.

Caracterizado pelo crescimento anormal de células no cérebro, a gravidade do câncer cerebral varia conforme o tipo, o tamanho e a localização. Identificar sinais de alerta e buscar avaliação médica especializada são atitudes fundamentais para garantir um tratamento eficaz e aumentar as chances de sucesso.

Segundo o neurocirurgião Dr. Rafael Maia, é essencial estar atento a sintomas como dores de cabeça persistentes, convulsões, alterações na visão, dificuldade para movimentar partes do corpo, mudanças de comportamento e perda de memória. “Embora esses sinais possam ser confundidos com outras doenças neurológicas, qualquer alteração persistente deve ser investigada o quanto antes”, alerta o especialista.

Os tumores podem ser classificados como primários — originados no próprio cérebro — ou secundários — decorrentes de metástases de outros cânceres. Ao perceber sinais suspeitos, a orientação é buscar imediatamente um  médico especialista para a realização de exames de imagem, como a ressonância magnética e a tomografia computadorizada.

“A detecção precoce possibilita um planejamento terapêutico mais eficiente, reduzindo riscos e potencializando o controle da doença”, explica Dr. Rafael.

O tratamento de cânceres cerebrais é planejado conforme a situação do paciente, e pode envolver cirurgia, radioterapia e quimioterapia. Na maioria dos casos, a cirurgia é considerada a primeira opção. “Sempre que possível, a retirada cirúrgica do tumor é indicada para aliviar sintomas e melhorar o prognóstico do paciente”, afirma o neurocirurgião.

Com o avanço das técnicas cirúrgicas e dos tratamentos complementares, as taxas de sobrevida vêm aumentando significativamente. “A informação e o diagnóstico precoce são nossos principais aliados para enfrentar essa doença tão desafiadora”, conclui o Dr. Rafael Maia.

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