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Fortaleza é escolhida para sediar Congresso Nacional do Ministério Público de Meio Ambiente em 2025

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A cidade de Fortaleza foi escolhida, na sexta-feira (26), como sede da Congresso Nacional do Ministério Público de Meio Ambiente, que será realizado de 9 a 11 de abril de 2025. O anúncio foi feito durante a 22ª edição do evento, que reuniu promotores de Justiça de todo o país em Belém, no Pará, entre os dias 24 e 26 de abril.

O MP do Ceará foi representado pelo coordenador do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente (CAOMACE), Fábio Ottoni, e pelos promotores de Justiça Jacqueline Faustino, Thiago Marques e Marcus Amorim.

“Nos sentimos muito honrados com a escolha de Fortaleza para sediar o congresso de 2025. Será uma excelente oportunidade de destacarmos as riquezas naturais e culturais do Ceara e do Nordeste, bem como para discutirmos os problemas e desafios comuns enfrentados por todos os MPs, compartilhando as estratégias de atuação na área ambiental,” celebrou o promotor de Justiça Fábio Ottoni.

Foto: Divulgação/MPCE

Ele ressaltou ainda que o Congresso é uma importante oportunidade de interação com promotores ambientais de todo o país para discutir ações em defesa do meio ambiente, como ocorreu em Belém.

“Foram três dias de muito aprendizado e troca de experiências. As palestras e as conversas com os colegas de outros estados nos mostram que enfrentamos os mesmo problemas e dificuldades, por isso, as soluções e as boas práticas precisam ser compartilhadas. Percebe-se, por exemplo, que preocupações com a racionalização da atuação do Ministério Público e a necessidade de estruturação de órgãos especializados na atuação ambiental estão na ordem do dia”, destacou.

O evento, promovido pela Associação de Membros do Ministério Público do Meio Ambiente (ABRAMPA), debateu o tema “Amazônia e Mudanças Climáticas: uma atuação socioambiental estratégica e integrada”. Durante o congresso também foram discutidas temáticas como mudanças climáticas; desmatamento, grilagem e destinação de terras públicas; criminalidade ambiental organizada; acesso à Justiça Ambiental, comunidades tradicionais e proteção aos ativistas ambientais; logística reversa de resíduos e o Novo Marco do Saneamento; entre outas.

 

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