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Assis Cavalcante comenta sobre os impactos da geração ‘nem-nem’ na economia

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Nem estudam e nem trabalham. Esta é uma realidade que cresceu 0,46 ponto percentual em 2023, entre jovens de 18 a 24 anos. Parece pouco, mas seria o suficiente para alavancar o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, caso estivessem sido incorporados ao mercado. A informação consta em relatório do Instituto de Mobilidade Social (IMDS), divulgado pelo Estadão.

O grupo dos ‘nem-nem’ inclui pessoas de 15 a 29 anos. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2022 eram, aproximadamente, 10,9 milhões de pessoas nessa condição. Do total que se encontra fora da escola e do mercado, 36,45% tinham entre 25 a 29 anos.

Pesquisadores apontam que nas próximas décadas haverá uma perda de crescimento de 10% no PIB brasileiro. O valor potencialmente gerado por esse grupo seria de R$ 46,3 bilhões.

Para Assis Cavalcante, Presidente da CDL de Fortaleza, é preciso dar atenção ao problema, que pode comprometer o futuro do comércio.

“Quando vemos dados como esses, nos preocupamos pois estamos falando de uma geração jovem sem expectativa. Trata-se de uma parcela considerável da população brasileira que poderia estar contribuindo com a economia. É preciso dar a essas pessoas um incentivo de capacitação, para que posteriormente possam ingressar ao mercado de trabalho.”, afirma.

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