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Futurismo pode ser aplicado aos pequenos negócios como ferramenta estratégica na gestão

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O mundo da ficção científica dos filmes de Hollywood parece estar cada dia mais perto da realidade cotidiana das pessoas. Em seu artigo “Futurismo para pequenos negócios – Como aplicar essa poderosa ferramenta para negócios vencedores”, a analista de Competitividade do Sebrae Nacional, Andrezza Cintra, afirma que temos a sensação de que o futuro está chegando cada vez mais rápido. Segundo ela, o tema ainda é compreendido de forma equivocada ao ser relacionado apenas às grandes empresas, principalmente às bigtechs ou pequenas empresas de base tecnológica, como as startups.

“Todos nós teremos futuros e precisamos saber construir futuros desejáveis. Vale considerar que a nossa formação, desde a infância, segue um padrão linear, originado na lógica industrial e que é quebrado pelo futurismo que estimula o protagonismo da própria empresa. Então, em vez de receber um futuro pronto ou uma cartela de tendências ou ideias pronta, temos a oportunidade de construir, cocriar dentro do nosso ecossistema e perceber o que devemos fazer para um futuro bem-sucedido e desejável”, defende a especialista em inovação no livro “A Virada – Como Reinventar Seu Negócio Em Tempos de Incerteza”.

A publicação foi recém-lançada no Brasil e em Portugal, por meio da editora Lisbon Internacional Press, sob coordenação do assessor da presidência do Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae, André Spínola. O prefácio é assinado por Luiza Trajano, presidente do Conselho de Administração da Magazine Luiza.

Como uma das coautoras do livro e forward thinker, pensadora sobre futuros, Andrezza apresenta o Futurismo como uma ferramenta valiosa e estratégica para os negócios, capaz de colocá-los em vantagem no mercado. Também ensina cinco passos que dão condições para que o empreendedor se torne protagonista de futuros, e principalmente, idealizador e realizador do futuro desejável para seu negócio.

“Uma pequena empresa pode desbravar futuros e passar de espectadora a protagonista assim como as grandes. O modo de fazer segue os mesmos passos, a típica distância entre grandes e pequenos ganha outros contornos no mundo das ideias e predições”, afirma no livro.

 

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