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Dia Nacional da Cachaça: conheça um pouco da história do Museu da Cachaça

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Neste sábado (13), comemora-se o Dia Nacional da Cachaça. A data foi instituída em 2009, por iniciativa do Instituto Brasileiro da Cachaça (Ibrac), lembrando o dia em que a bebida foi oficialmente liberada para fabricação e venda no Brasil, em 13 de setembro de 1661.

Atualmente, a cachaça brasileira é exportada para mais de 60 países. O Brasil produz aproximadamente 1,2 bilhões de litros de cachaça por ano, e o Ceará está entre os 3 maiores produtores de cachaça industrial, atrás apenas de São Paulo e Pernambuco.

No município cearense de Maranguape, na Região Metropolitana de Fortaleza, um casarão do século XIX abriga o Museu da Cachaça. No passado, a propriedade sediou a primeira unidade industrial da Ypióca e hoje reúne um completo acervo de mapas, documentos, fotos e filmes, maquinário, garrafas, equipamentos agrícolas e tonéis de bálsamo.

O Museu da Cachaça

O Museu da Cachaça recebe aproximadamente 10 mil visitantes por mês e é conhecido com umas das principais atrações turísticas do Ceará. Construído por Dario Telles Menezes, o local é o resgate da própria história da Ypióca, iniciada em 1846, que se confunde com a trajetória da aguardente no Brasil.

A saga da família Telles começou com a chegada de Dario à Maranguape, em 1843. Vindo de Lisboa, Portugal, ele trouxe em sua bagagem um pequeno alambique de cerâmica e a experiência na fabricação de aguardente.

A história do Museu da Cachaça é contada por meio de documentos, maquetes e o cenário que, composto por um canavial com iluminação natural, fica no centro do museu. A cozinha do casarão foi preservada com utensílios originais, a exemplo do fogão à lenha. Cada geração da família ganhou espaço em murais e galerias.

No salão dedicado a linha de produção, encontra-se a simulação de todo o processo de fabricação artesanal da cachaça, desde a moagem até a fermentação, passando da destilação e do envasamento à aplicação de rótulos.

Em seguida, o visitante percorre 40 metros entre tonéis de madeira de bálsamo, com cerca de quatro metros de altura, que armazenam cachaça envelhecida por um período de até 42 anos. Nesse percurso, é possível sentir o aroma da bebida.

Outra atração imperdível é um tonel de cinco metros de altura. Dentro dele é possível assistir a vários comerciais de TV dos produtos Ypióca.

Antes de sair do museu, há um bar com mobiliário e música ambiente da década de 30, clima ideal para a degustação de bebidas fabricadas pela empresa. Na loja, o visitante também pode adquirir produtos variados.

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Carregar mais por Kátia Alves
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