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Ceará tem segundo maior número de empregos industriais formais das regiões Norte e Nordeste no acumulado do ano

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O Ceará é o estado com segundo maior número de empregos formais na indústria das regiões Norte e Nordeste. É o que apontam os dados divulgados nesta terça-feira (30), pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho do Trabalho e Emprego (MTE). Conforme a divulgação, de janeiro a outubro, conta com estoque de 293.980 postos.

No acumulado de janeiro a outubro, indústria cearense ficou atrás apenas do estado da Bahia, cujo total de vínculos formais foi de 327.713 empregos. Pernambuco ocupou o terceiro lugar, com 260.885.

Conforme o presidente da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), Danilo Serpa, o resultado reflete a assertividade das políticas de incentivos do Governo do Ceará.

“São mais precisamente aqueles setores com incentivos fiscais do Fundo de Desenvolvimento Industrial (FDI) e de patrimônio, como galpões industriais. Sob orientação do governador Elmano de Freitas, o Estado não mede esforços para atrair e garantir a sustentabilidade dessas indústrias, pois elas representam justamente emprego e renda para a população cearense”, explica.

Empresas nas 14 macrorregiões

Foto: Hiane Braum/Casa Civil

O presidente da Adece acrescenta ainda que as empresas beneficiadas pelo FDI estão nas 14 macrorregiões do Estado. “Somente o setor calçadista, por exemplo, está em 12 macrorregiões e 26 municípios”, destaca.

De acordo com o secretário do Desenvolvimento Econômico do Ceará, Domingos Filho, “esses números consolidam o Ceará como uma potência industrial no Norte e Nordeste e são o reflexo direto da visão estratégica do governador Elmano de Freitas. Ao priorizar o incentivo às políticas públicas e a desburocratização, o Governo criou o ambiente de confiança necessário para o setor produtivo investir. Estamos encerrando 2025 com resultados excelentes porque entendemos que o apoio estatal, aliado à força do empresariado, é o motor que gera oportunidades reais de trabalho e dignidade para as famílias cearenses em todos os cantos do estado”, destaca o titular da pasta.

Os setores de destaque na indústria cearense foram calçados (70.595), alimentos (45.289), confecção (42.737), minerais não-metálicos (14.058), têxtil (13.892), produtos de metal (9.289), bebidas (7.656) e químico (7.225).

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