Embora afete até 12% das mulheres adultas no Brasil, o lipedema continua invisível para boa parte da população, inclusive dentro dos consultórios médicos. O distúrbio crônico, inflamatório e progressivo do tecido adiposo ainda é frequentemente confundido com obesidade, má circulação ou retenção de líquidos. Essa desinformação compromete o diagnóstico precoce, atrasa o tratamento e empurra pacientes para soluções ineficazes, como …

