Há quatro dias, a artesã Diana Rafaela, 29, repete o ritual ao anoitecer: estende uma manta no chão do terminal rodoviário de Fortaleza e ali se deita para, entre malas e sacolas, dormir emaranhada com os seus cinco filhos. Durante o dia, faz pulseiras, colares e peças místicas como filtros dos sonhos com cordões e tenta vender a comerciantes e …

