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Cesta básica registra queda de 7,90% em Fortaleza no segundo semestre de 2025

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Fortaleza registrou queda de 7,90% no preço da cesta básica de alimentos no segundo semestre de 2025, saindo de R$ 738,09 em julho para R$ 677 em dezembro – valor R$ 61,09 menor ao fim do ano. O balanço das 27 capitais foi divulgado nesta terça-feira, 20 de janeiro, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O resultado coloca Fortaleza como a cidade com maior redução no custo da cesta básica em todo o Nordeste no período.

O levantamento integra a Análise Mensal da Pesquisa Nacional de Preço da Cesta Básica de Alimentos, realizada pela Conab e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Firmada oficialmente em 20 de agosto do ano passado, a parceria entre os órgãos passou a acompanhar os preços em todas as 27 capitais brasileiras.

Itens essenciais – Em Fortaleza, a redução foi puxada principalmente pela queda expressiva nos preços de itens essenciais. O tomate apresentou recuo de 40,83%, seguido pelo arroz (-18,33%) e pela farinha (-9,20%). Também tiveram diminuição relevante os preços do açúcar (-7,13%), do feijão (-6,66%) e do café (-5,72%).

Esses resultados contribuíram diretamente para aliviar o orçamento das famílias fortalezenses, especialmente aquelas em situação de maior vulnerabilidade social, para as quais a alimentação representa parcela significativa da renda mensal.

Politica agrícola e abastecimento – De acordo com o presidente da Conab, Edegar Pretto, a queda generalizada no preço da cesta básica em todas as capitais reflete os efeitos positivos da política agrícola do Governo do Brasil. “Essa queda generalizada é fruto dos investimentos que o Governo do Brasil vem fazendo no setor agropecuário brasileiro, aumentando a produção de alimentos para o consumo interno nacional”, afirmou.

Segundo Pretto, os Planos Safra — tanto o empresarial quanto o da Agricultura Familiar — vêm registrando valores recordes, com ampliação do crédito e juros subsidiados. “O efeito é a maior safra da série histórica, o que se traduz em mais comida disponível e preços mais acessíveis para a população”, destacou.

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