Candidatos a Presidência da República votam pela manhã e se mostram confiantes de resultados positivos.
Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à presidência pelo PT, votou na manhã deste domingo (2) em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Após comparecer à urna, Lula fez um apelo pela paz. “Queremos um país que viva em paz, com esperança. E que possa produzir e construir seu próprio futuro a partir da participação da sociedade brasileira”, disse à imprensa. Ao deixar a urna, Lula beijou o comprovante de votação antes de deixar a sala.
O presidente Jair Bolsonaro, candidato à reeleição pelo PL, votou na Vila Militar, no Rio de Janeiro. Acompanhado de políticos aliados, ele falou com a imprensa na chegada e na saída do local de votação, onde ele permaneceu por cerca de cinco minutos. Bolsonaro disse que eleições limpas têm que ser respeitadas e que confia em sua vitória no primeiro turno. “A expectativa é de vitória hoje, tendo em vista o que fizemos num momento difícil da nação, bem como nesses 45 dias. Fui, em praticamente todos os estados do Brasil, muito bem recebido. Eleições limpas, sem problema. Que vença o melhor”, disse.

Simone Tebet, candidata à presidência pelo MDB, votou na manhã em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Ela compareceu à Escola Estadual Lúcia Martins Coelho pouco depois das 9h, acompanhada da mãe, Fairte Tebet.
Após a votação, a presidenciável destacou que foi a primeira candidata a entregar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um documento no qual se compromete a respeitar o resultado das urnas. Outro assunto ressaltado por Tebet foi a importância do pleito.
“Hoje, a democracia se fortalece, é o povo na rua legitimamente escolhendo aquele e aquela que têm que ser os seus candidatos que vão representá-lo, não só como candidatos e futuros presidentes da República, mas também senadores, deputados federais, deputados estaduais e governadores”, explicou.

Ciro Gomes votou na Praia de Iracema, na Secretaria da Saúde do Ceará. O candidato estava acompanhado de Roberto Cláudio e Domingos Filho. O presidenciável afirmou que pretende parar caso não vença. “Pretendo parar por aqui, por uma circunstância: se eu ganhar, eu troco minha reeleição pela eleição de forma que o país precisa ter que foi jogado na lata do lixo em troca de um projeto de poder para o País. E se eu não vencer, eu quero ajudar a juventude a pensar coisas sem a suspeição de uma candidatura”, disse.


