O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou os limites de gastos para as campanhas de prefeito e vereador em cada um dos 5.569 municípios do Brasil, estabelecendo quantias que deverão ser seguidas pelos partidos e coligações durante as eleições de outubro; os números de Fortaleza indicam que cada partido poderá gastar até R$ 18 milhões nas campanhas políticas de primeiro turno para prefeito.
No primeiro turno, os partidos podem gastar até R$ 18.359.161,42 na campanha de prefeito. Em caso de segundo turno, a quantia sobe para R$ 7.343.664,57. Para a candidatura de vereador, o limite de gastos é de R$ 680.627,69.
Além de Fortaleza, outros municípios cearenses também tiveram seus limites de gastos para campanhas para prefeito e vereador divulgados. Em Juazeiro do Norte, no interior do Estado, o limite é de R$ 1.777.178,90. Já em Sobral o valor máximo a ser gastado por cada partido ultrapassa dois milhões, chegando a R$ 2.090.213,54. O município de Caucaia, um dos poucos que pode disputar um segundo turno no Ceará, tem o limite de R$ 1.973.200,05 no primeiro turno e R$ 789.280,02 no segundo turno.
Em São Paulo, que possui o maior eleitorado do país, os partidos poderão gastar até R$ 67.276.114,60 na campanha de prefeito no primeiro turno. Em um eventual segundo turno, o valor permitido é de R$ 26.910.445,80. Para a candidatura de vereador, o limite de gastos é de R$ 4.773.280,39.
Os gastos de campanha, conforme definido pelo TSE, abrangem:
- Contratação de pessoal, tanto direta quanto indiretamente;
- Confecção de material impresso;
- Propaganda e publicidade, de forma direta ou indireta, por meio de qualquer canal de divulgação;
- Aluguel de locais para a realização de eventos de campanha eleitoral;
- Despesas com transporte de candidatos e equipe;
- Custos relacionados a correspondências e postais;
- Instalação, organização e operação de comitês de campanha;
- Remuneração de pessoas que prestem serviços a candidatos e partidos;
- Montagem e operação de carros de som;
- Realização de comícios ou eventos destinados à promoção da candidatura;
- Produção de programas para rádio, televisão ou vídeo;
- Realização de pesquisas ou testes pré-eleitorais;
- Criação e manutenção de páginas na internet;
- Impulsionamento de conteúdo online;
- Produção de jingles, vinhetas e slogans.

