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Empreendedores cearenses pedem voo entre Canoa Quebrada e Cariri

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Empreendedores que atuam na Praia de Canoa Quebrada, no município de Aracati, querem a criação de uma rota entre Canoa Quebrada e o Cariri. O objetivo é que uma rotina de voos seja incluída entre os dois trechos, aproximando as regiões e favorecendo que os visitantes transitem entre os dois destinos, aquecendo o segmento turístico e a economia de ambos.

De acordo com Ruy Barbosa, coordenador financeiro da Associação dos Empreendedores de Canoa Quebrada (Asdecq), também é notório o interesse dos moradores do Litoral Leste em visitar a região do Cariri.

“Por isso, insistiremos num voo regular para que os dois destinos se completem, desenvolvendo o turismo, gerando emprego e fortalecendo a regionalização econômica do Ceará”, enfatiza, ao lembrar que a ideia de ligar o Cariri à Canoa nasceu ainda na inauguração do Aeroporto de Canoa Quebrada.

Cerca de 90 mil caririenses vão a Canoa Quebrada todos os anos. O número, conforme repassado pela Asdecq, representa 18% dos turistas que vão ao cartão postal cearense. Não há previsão de quando será instaurada uma operação comercial entre os dois destinos. A lei de criação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) – (Lei nº 11.182/2005) – estabelece, em seu artigo 48 que as companhias são livres para operar livremente, não existindo obrigação de estabelecer rotas específicas.

Sobre a inclusão de uma nova rota aérea entre o Cariri e Canoa Quebrada, a Gerência Técnica de Comunicação Integrada (GTCI) explicou que a lei de criação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) – (Lei nº 11.182/2005) – estabelece, em seu artigo 48, o princípio da liberdade de voar para as empresas brasileiras. Sendo assim, a Agência não impõe às empresas aéreas a obrigação de voar para determinado destino.

“A programação, inclusão ou exclusão de voos pode ser alterada a qualquer momento pelas empresas aéreas, dado que elas são livres  para operar determinada rota, observando a capacidade operacional da infraestrutura e a regulação técnica de segurança”, explicou a Anac. O mesmo foi dito pela a Aena Brasil, que administra o Aeroporto de Juazeiro do Norte.

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