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Esquizofrenia: transtorno afeta cerca de 1,6 milhão de brasileiros

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24 de maio é a data lembrada mundialmente como o Dia Nacional de Conscientização sobre a Esquizofrenia. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o transtorno mental grave afeta cerca de 1,6 milhão de brasileiros. A doença é a terceira maior causa de perda de qualidade de vida em pessoas entre 15 e 44 anos e é caracterizada por delírios, alucinações e falsas convicções, entre outros sintomas que variam de caso para caso.

O psiquiatra do Nosso Lar Hospital (@nossolarhospital), Dr. Luiz Antônio, aponta a importância dos cuidados com o bem-estar emocional. “É muito importante falar sobre esses assuntos procurando diminuir e promover o debate sobre a importância da linguagem inclusiva também em saúde mental, trazendo luz à luta contra o capacitismo”, afirma o especialista.

De acordo com Danilo Montenegro, psicólogo do Nosso Lar Hospital, um dos motivos é que o tratamento para a esquizofrenia deve englobar abordagens múltiplas com o psiquiatra e equipe de saúde multidisciplinar, incluindo tratamentos medicamentosos, psicoterapia e acompanhamento psicológico, além da atenção de familiares e da rede de apoio.

“Quando a esquizofrenia não está controlada com as medicações, o paciente pode ter crises psicóticas, alteração de comportamento e eventualmente internações. Mas, quando tratada correta e continuamente, os sintomas estabilizam e o paciente pode ter uma vida autônoma, produtiva e com qualidade de vida”, complementa Montenegro.

Há quatro tipos de esquizofrenia

Os médicos destacam que existem quatro tipos de esquizofrenia: paranóide, hebefrênica, catatônica e indiferenciada, sendo que a primeira é a mais comum. Para informar à população, ele explica cada tipo da doença:

1 – Paranóide

Esse é o tipo mais comum da esquizofrenia e está associado a delírios e alucinações, que são os sintomas mais conhecidos da doença..

2 – Hebefrênica

O termo, de origem grega, está associado à palavra “adolescência”, já que esse tipo de esquizofrenia normalmente começa durante essa fase da vida.

3 – Catatônica

Já no caso da esquizofrenia catatônica, o comportamento motor do paciente chama mais atenção.

4 – Indiferenciada

Por fim, a esquizofrenia indiferenciada mostra uma diminuição lenta – e por isso mais difícil de ser percebida – em interesses e interações do paciente. Nesses casos, dificilmente emoções se aprofundam.

Live

Foto: Divulgação

Para ampliar o conhecimento sobre o tema, o Nosso Lar Academy realiza, nesta quinta-feira (25), às 12h, uma live na sua página no Instagram (@nossolarhospital), que tem como objetivo conscientizar sobre a esquizofrenia, levar conhecimento sobre a doença e combater os estigmas e preconceitos existentes sobre saúde mental.

O debate será mediado pela Profa. Dra. Cris Buhamra, Coordenadora do Núcleo de Educação do Nosso Lar Hospital, com participação do Dr. Luiz Antônio, médico psiquiatra do Nosso Lar Hospital e do Psicólogo do Nosso Lar Hospital, Danilo Montenegro.

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